27 de agosto de 2015

Resenha - Banda: Bloodwork - Álbum: Just Let Me Rot (2015)

Resenha por: Renato Sanson


Podemos definir o disco de estreia do Bloodwork como a verdadeira insanidade musical, letras pútridas e doentias aliado a um Death Metal veloz e sem a intenção de soar modernoso.

A ideia aqui é ser violento, rápido e o mais repulsivo possível. Mas não pense que isso é sinônimo de incompetência, pois o quinteto gaúcho de Dois Irmãos mostra uma sonoridade madura e consistente, que destilam ao decorrer de oito faixas, totalizando menos de trinta minutos de Metal da morte, em uma verdadeira máquina de destruição.

A qualidade acima da média começa já na produção do renomado Sebastian Carsin, que deixou os timbres límpidos em uma sonoridade abusivamente pesada. Em termos gráficos, temos uma arte doentia e cheias de referências do Splatter e Gore. Mais um grandioso trabalho do artista Marcos Miller.

Em um jato de violência, temos uma trinca avassaladora com “Defecating Broken Glass”, “Cunt Suffocation” e “Asphyxiant Cum Load”, sendo ótimo cartão de visitas para os já iniciados. Mas se você ainda ficar com dúvida, ouça “Toothed Vagina”, mas com a letra em mãos, com certeza você nunca se esquecerá.

Death Metal de alto nível feito por músicos experientes, só poderia resultar em uma sonoridade explosiva. Confira sem medos ou nojinhos.

Links de acesso:



Tracklist:
01 Defecating Broken Glass
02 Cunt Suffocation
03 Asphyxiant Cum Load
04 Suck My Cut Finger
05 Human Slaughterhouse
06 Rotten 69
07 Necro Sex Club
08 Toothed Vagina

Formação:
Felipe (Bateria)
Henrique (Baixo)
Fabiano (Vocal)  
Deleon (Guitarra)  

Rafael (Guitarra)

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