Por: Renato Sanson
Doentio podemos classificar, já
que as linhas vocais urradas se entrelaçam com linhas mais agudas no estilo
King Diamond, dando todo o horror necessário a obra.
Porém, não posso deixar de
mencionar que com o passar dos anos fui me afastando do Macabre e dessa insistência
em falar sobre assassinos em série, ainda mais com a popularização dos mesmos e
de estarem atualmente enraizados na Cultura Pop.
Seja em filmes, séries e
documentários. Trazendo em alguns casos uma “visão” mais “humana” do ser desprezível
que tirou várias vidas inocentes. Em minha opinião essas “pessoas” deveriam ser
esquecidas, pulverizadas da sociedade e não enaltecidas como é em muitos casos.
Em um mundo doente que estamos
vivendo o Macabre adoece o mesmo um pouco mais, com esse fanatismo sobre Serial
Killers.
A ideia lá nos anos 90 era chocar
e deixar as pessoas horrorizadas com aquela temática, e deu certo, muito certo.
Tanto que se passou 30 anos e cá estamos nós falando dessa edição especial
lançada pela Nuclear Blast e Shinigami Records.
Eu sei, você que é fã de Death
Metal com certeza não é a resenha que gostaria de ler, mas como disse nos parágrafos
acima: musicalmente são insanos, beiram a perfeição extrema. Liricamente,
poderiam apostar em outras formulas de horror.

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