Por: Renato Sanson
O Thrash Metal teve um grande revival no começo dos anos 2000. Muitas bandas surgiram e se mantiveram regando a semente do Thrash, que aparentava estar meio apagada, dando até mesmo um gás para os medalhões voltarem mais inspirados.
Nessa pegada em 2009 os gregos do
Suicidal Angels lançavam o seu segundo álbum de estúdio, o estupendo “Sanctify
The Darkness”.
Com uma pegada total old school,
mas não pelo lado do Crossover, mas sim a vertente mais old do Thrash alemão.
Com fortes influencias de Sodom e Kreator dos primeiros discos.
A ideia aqui é bem clara: não é inovar e sim soar brutal e empolgante. “Sanctify The Darkness” traz toda a áurea maligna do Thrash oitentista e empolga do primeiro riff ao último, sendo um deleite para os aficionados do estilo.
Tendo essa pegada mais extrema do
Thrash, até mesmo algumas pitadas de Death Metal podemos notar ao decorrer da
audição em seus 11 petardos destruidores.
A produção do álbum é de alto nível
e não soa datada, com bastante peso e a sujeira necessária que o estilo
precisa.
Resumindo: neste lançamento o
Suicidal Angels pegou o melhor do Sodom e o melhor do Kreator dos anos 80 e
criou essa aberração sonora repleta de riffs alucinantes, solos agressivos e
melodiosos e uma cozinha extrema e agressiva sem precedentes.
Uma aula de Thrash vindo da
Grécia, mais do que recomendado.

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