- Olá Nando. Obrigado pelo seu tempo em meio a correia das atividades com a BLOODY DRAGON. Logo de cara, tomei um susto com o lançamento do álbum “Nightmare”, em total imersão ao Hard Rock AOR. O que deu na cabeça de vocês para gravarem algo com esse direcionamento?
A banda, desde sua primeira versão no começo dos anos 2000, tinha essa sacada de tocar músicas com inspiração nos anos 80. Nossa ideia é de trazer essa nostalgia. Eu sei que o estilo já é bem nichado, mas tá na veia, não tem como fazer outra coisa.
- Como funciona o processo de composição da banda? Acredito que seja algo mais orgânico e intimista, com todos os músicos fazendo jams em estúdio, estou certo?
A maioria das músicas foi criada ainda com a primeira formação, principalmente numa parceria entre eu mesmo e o antigo vocalista. Criávamos as melodias e arranjos, gravávamos tudo de modo bem amador, apresentávamos aos demais integrantes, que davam suas colaborações. Com a formação atual o processo está mais diversificado, pois os integrantes têm muitas influências, o que enriquece ainda mais os arranjos. Se pegarmos por exemplo a We Are Free, ainda que mantenha as mesmas sequências harmônicas, vários arranjos foram mudados e incrementados, além da letra, virando quase outra canção.
- O disco traz homogeneidade em termos de qualidade e maturidade musical. Como os fãs da banda têm reagido ao material?
Temos tido uma boa receptividade, todos que ouvem nosso EP se impressionam com a qualidade da gravação e curtem muito as músicas, já aprendendo as letras e cantando nossos refrões ao vivo. Acho que o motivo do som ter saído com essa maturidade foi graças à interação da banda. Todos têm um talento nato para composição e experiência com música, então fica muito fácil de criar e conectar ideias. Existe uma confiança muito recíproca entre todos e isso transparece no som.
- A banda pretende lançar algo no formato físico no futuro na Europa, já que fazem parte de uma grande gravadora na atualidade? Queria muito poder ouvir um álbum novo de vocês nestes moldes novamente...
Estamos com planos para o ano de 2026. Iremos lançar as as demais faixas que temos, que serão compiladas em um álbum, com isso poderemos pensar em artigos físicos, pois sabemos que há uma demanda de mercado para esse tipo de item colecionável. Já estamos organizando tudo para começar as gravações, pode esperar mais músicas com a mesma assinatura sonora do EP.
- “Live Honestly” é um Single que me identifiquei bastante! Você pode nos contar como foi o seu processo de composição? O que você pode nos falar sobre esse trabalho?
Live Honestly é uma música que passa uma mensagem muito verdadeira, fala sobre sermos honestos com tudo que fazemos na vida, sem ter que passar por cima de ninguém para nos beneficiar. Desde a primeira melodia que fiz, senti que ela sofria influência de uma das minhas bandas preferidas, a Stryper. Sempre gostei muito dos arranjos vocais que Michael Sweet cria, então quis incorporar isso no nosso som.
- Como está a banda no âmbito dos shows? A agenda de vocês costuma ser cheia? A aceitação está sendo positiva por parte da imprensa e fãs com relação ao trabalho ao vivo?
No momento temos feito shows com frequência, não conseguimos encher a agenda pois temos que conciliar shows com os nossos empregos, estudos, etc... Mas o ritmo está ótimo, nossos shows alavancam muito a popularidade da banda, sempre temos feedbacks muito bons e a cada apresentação ganhamos novos seguidores em nossas redes. Nosso lema é deixar tudo no palco, como se fosse a última vez.
- “Nightmare” tem uma arte de capa muito legal. Quem a produziu e o que vocês querem dizer com ela?
Ela foi feita por mim, sou formado em design gráfico, desenho desde pequeno, trabalho com softwares de edição há muitos anos, então normalmente fico responsável por essa parte nos assuntos da banda. A arte de Nightmare personifica a letra da música, fala de uma pessoa que está perdida entre pesadelo e a realidade e não consegue discernir o que é fantasia ou não.
- Quando a banda está em estúdio, vocês costumam trabalhar com um produtor externo ou preferem se auto produzir?
Esse material foi totalmente produzido pela banda com a ajuda e parceria de Samir Pegado (da banda Swards), que fez a mixagem, e Cassio Zambotto, responsável pela masterização. Estamos muito felizes com o resultado da produção, poucas pessoas diriam que tudo foi gravado nos home studios de cada um de nós.
- Quais os planos para o ano de 2025 com a BLOODY DRAGON? Sinceramente torço para mais shows e um novo álbum completo...
Gravamos recentemente uma live session, tocando as nossas músicas autorais e alguns covers, estamos na etapa de pós-produção e logo a lançaremos no Youtube. Fora isso, estamos nos preparativos para gravação das nossas outras autorais, que comporão o álbum. Então 2026 promete muitas novidades.
- Novamente parabéns pelo trabalho ao lado do BLOODY DRAGON... Agora é o momento das considerações finais de vocês...
Agradecemos a todos os fãs que nos apoiam e que nos ajudam de alguma forma a divulgar nosso trabalho. Podem sempre esperar muito esforço e carinho da nossa parte para oferecer música do mais alto calibre. Há muita coisa boa vindo aí, com apresentações cada vez melhores e com a banda estando ainda mais afiada. Let’s go dragons!!!
A banda, desde sua primeira versão no começo dos anos 2000, tinha essa sacada de tocar músicas com inspiração nos anos 80. Nossa ideia é de trazer essa nostalgia. Eu sei que o estilo já é bem nichado, mas tá na veia, não tem como fazer outra coisa.
- Como funciona o processo de composição da banda? Acredito que seja algo mais orgânico e intimista, com todos os músicos fazendo jams em estúdio, estou certo?
A maioria das músicas foi criada ainda com a primeira formação, principalmente numa parceria entre eu mesmo e o antigo vocalista. Criávamos as melodias e arranjos, gravávamos tudo de modo bem amador, apresentávamos aos demais integrantes, que davam suas colaborações. Com a formação atual o processo está mais diversificado, pois os integrantes têm muitas influências, o que enriquece ainda mais os arranjos. Se pegarmos por exemplo a We Are Free, ainda que mantenha as mesmas sequências harmônicas, vários arranjos foram mudados e incrementados, além da letra, virando quase outra canção.
- O disco traz homogeneidade em termos de qualidade e maturidade musical. Como os fãs da banda têm reagido ao material?
Temos tido uma boa receptividade, todos que ouvem nosso EP se impressionam com a qualidade da gravação e curtem muito as músicas, já aprendendo as letras e cantando nossos refrões ao vivo. Acho que o motivo do som ter saído com essa maturidade foi graças à interação da banda. Todos têm um talento nato para composição e experiência com música, então fica muito fácil de criar e conectar ideias. Existe uma confiança muito recíproca entre todos e isso transparece no som.
- A banda pretende lançar algo no formato físico no futuro na Europa, já que fazem parte de uma grande gravadora na atualidade? Queria muito poder ouvir um álbum novo de vocês nestes moldes novamente...
Estamos com planos para o ano de 2026. Iremos lançar as as demais faixas que temos, que serão compiladas em um álbum, com isso poderemos pensar em artigos físicos, pois sabemos que há uma demanda de mercado para esse tipo de item colecionável. Já estamos organizando tudo para começar as gravações, pode esperar mais músicas com a mesma assinatura sonora do EP.
- “Live Honestly” é um Single que me identifiquei bastante! Você pode nos contar como foi o seu processo de composição? O que você pode nos falar sobre esse trabalho?
Live Honestly é uma música que passa uma mensagem muito verdadeira, fala sobre sermos honestos com tudo que fazemos na vida, sem ter que passar por cima de ninguém para nos beneficiar. Desde a primeira melodia que fiz, senti que ela sofria influência de uma das minhas bandas preferidas, a Stryper. Sempre gostei muito dos arranjos vocais que Michael Sweet cria, então quis incorporar isso no nosso som.
- Como está a banda no âmbito dos shows? A agenda de vocês costuma ser cheia? A aceitação está sendo positiva por parte da imprensa e fãs com relação ao trabalho ao vivo?
No momento temos feito shows com frequência, não conseguimos encher a agenda pois temos que conciliar shows com os nossos empregos, estudos, etc... Mas o ritmo está ótimo, nossos shows alavancam muito a popularidade da banda, sempre temos feedbacks muito bons e a cada apresentação ganhamos novos seguidores em nossas redes. Nosso lema é deixar tudo no palco, como se fosse a última vez.
- “Nightmare” tem uma arte de capa muito legal. Quem a produziu e o que vocês querem dizer com ela?
Ela foi feita por mim, sou formado em design gráfico, desenho desde pequeno, trabalho com softwares de edição há muitos anos, então normalmente fico responsável por essa parte nos assuntos da banda. A arte de Nightmare personifica a letra da música, fala de uma pessoa que está perdida entre pesadelo e a realidade e não consegue discernir o que é fantasia ou não.
- Quando a banda está em estúdio, vocês costumam trabalhar com um produtor externo ou preferem se auto produzir?
Esse material foi totalmente produzido pela banda com a ajuda e parceria de Samir Pegado (da banda Swards), que fez a mixagem, e Cassio Zambotto, responsável pela masterização. Estamos muito felizes com o resultado da produção, poucas pessoas diriam que tudo foi gravado nos home studios de cada um de nós.
- Quais os planos para o ano de 2025 com a BLOODY DRAGON? Sinceramente torço para mais shows e um novo álbum completo...
Gravamos recentemente uma live session, tocando as nossas músicas autorais e alguns covers, estamos na etapa de pós-produção e logo a lançaremos no Youtube. Fora isso, estamos nos preparativos para gravação das nossas outras autorais, que comporão o álbum. Então 2026 promete muitas novidades.
- Novamente parabéns pelo trabalho ao lado do BLOODY DRAGON... Agora é o momento das considerações finais de vocês...
Agradecemos a todos os fãs que nos apoiam e que nos ajudam de alguma forma a divulgar nosso trabalho. Podem sempre esperar muito esforço e carinho da nossa parte para oferecer música do mais alto calibre. Há muita coisa boa vindo aí, com apresentações cada vez melhores e com a banda estando ainda mais afiada. Let’s go dragons!!!

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