Por: Renato Sanson
Fotos: Anderson Hildebando
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Músico entrevistado: Renan Roveran (vocal/guitarra) |
Já podemos dizer que já fazem dois anos de
“Essential Morphine”. Um álbum extremamente aclamado entre os amantes de música
extrema. Vocês ainda estão colhendo os bons frutos desse lançamento?
Certamente. O “Essential Morphine” nos
proporcionou uma excelente visibilidade, aumentando a abrangência do alcance da
nossa música. O interessante foi reforçar também uma abertura com públicos do
Metal e Rock no geral, não necessariamente somente da música extrema devido a
nossa versatilidade musical. Além disso, nos proporcionou importantes shows em
eventos e mais uma turnê muito bem-sucedida na Europa.
Já é possível pensar em um novo álbum ou ainda é muito cedo?
Eu penso nisso o tempo todo, na
verdade (risos). Tenho um material grande de novas composições que são
suficientes para um novo álbum, porém, com as mudanças de formação pelas quais
passamos em 2024 e com todos os compromissos de shows, tivemos que priorizar acertar
o setlist. Já estamos hoje trabalhando neste material novo para ainda este ano
entrar em estúdio.
No ano passado vocês tiveram na Europa
divulgando “Essential Morphine”. Como foi a recepção do publico europeu?
Foi fantástica a recepção e experiência como um todo. Foi ainda mais
interessante do que na primeira vez em que estivemos na Europa em 2019. Todos
os shows foram ótimos, com grande energia e resposta por parte do público. E o
mais importante, a sinergia entre nós da banda aumentou ainda mais. É uma
importante experiência pela qual toda banda precisa passar.
Da turnê em si o que poderia nos contar?
(algum perrengue, história engraçada)...
Cara, além dos shows em si, dos novos
amigos que fizemos, e toda a paisagem fantástica pela qual passamos, ocorreram
eventos no mínimo interessantes ao longo desses quase 30 dias viajando juntos.
Malas esquecidas em aeroporto ou em casa de show; itens pessoais sendo perdidos
e achados o tempo todo (porque somos muito “esquecidos” rsrrsrsr); pé torcido;
viagem de cogumelo; 15 horas dentro da van após um show, sob um frio enorme;
acampamento estilo “Mad Max”; problemas técnicos na estrada; crises de riso
inacabáveis; day off em cidade com menos de 700 habitantes com faixa etária
média de 80 anos (rsrsr); comida muito boa, principalmente na Espanha e
Portugal; etc
Marcante demais...
No mês de maio o Warshipper estará no maior festival de Heavy Metal do nosso país, o Bangers Open Air. Qual a expectativa por poder estar participando do mesmo?
Expectativa altíssima, com certeza. É uma grande conquista e estamos nos
preparando para entregar uma apresentação memorável para todos que estiverem lá
conosco.
Teremos alguma surpresa para este show no
B.O.A.? Gravação de videoclipe, álbum ao vivo...
Estamos trabalhando em preparar algo para imortalizar este momento, sem dúvida.
Essa pergunta tenho feito para todas as bandas
em minhas ultimas entrevistas, parece simples, mas gera respostas bem
peculiares. Se você pudesse definir a Warshipper em uma frase, qual seria?
O Warshipper é uma banda de METAL, formada
por headbangers loucos por METAL, que trabalham juntos no que mais amam fazer.
METAL!
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